Ver o céu azul, em meio a imensidão E saber que é seu lugar Se ouvissem o coro Céus e a terra, tremeriam mediante ao falcão Pois não se deparam apenas com um sonho Mas com o sonho de uma multidão E quão longe um sonho move? E até onde pode o erguer? Até onde o sangue escorre é teu direito ao poder Dias a fio... Que a espada que carregas a mim Permaneça em tempos sombrios Óh falcão, quem tira tuas asas e o fere? Não tem noção de quem a se refere Porque o destino se transforma assim? Eu tão fraco e tão longe de ti Logo um sonho te tira de mim Ver o altar, e entender que esse é o seu lugar Corte suas asas e assim voará Seu destino ninguém mudara... levante.
Ó espada, trilhas em sangue por quem? Quanto mais deve cair para que seu sangue realize? Pois queimarás a terra para conquistar os céus Ninguém tem valor a ti... Troque a espada pelo o que é seu... a gloria!
Abra as asas femto Com tom sonho toque os céus em teu voo Tomarás, o teu trono, Erguerás
O que se derramou não voltará Ninguém tomara seu lugar E não da mais para voltar atrás Inevitável estar em sua mão E os céus serão só seus, com asas ou não Tome para si o mundo Pois sonhaste em ter e lutou por E nunca se deixaste cair Quem não sonhou não se equipara a ti Ó femto, o mundo é seu
Ó espada, trilhas em sangue por quem? Quanto mais deve cair para que seu sangue realize? Pois queimarás a terra para conquistar os céus Ninguém tem valor a ti... Troque a espada pelo o que é seu... a gloria!
Abra as asas femto Com tom sonho toque os céus em teu voo Tomarás, o teu trono, Erguerás